Cartunista da Folha, Glauco morre em tentativa de assalto.O cartunista Glauco Villas Boas, 53, foi morto nesta madrugada em sua casa, em Osasco, após uma tentativa de assalto ou sequestro --a polícia ainda investiga. Raoni, 25, um dos filhos do cartunista, também morreu durante uma discussão com dois homens armados que invadiram a casa. De acordo com informações de Ricardo Handro, advogado de Glauco, os dois homens invadiram o local por volta da meia-noite. Glauco e sua mulher teriam sido agredidos várias vezes, mas o cartunista continuava negociando com os criminosos. Glauco teria convencido os bandidos a levá-lo, aparentemente para sacar dinheiro, deixando a mulher e filhos em casa. Quando saía de casa, onde também fica a igreja Céu de Maria, da qual Glauco era padrinho fundador, o filho Raoni chegava. No portão, ao ver o pai sangrando e com uma arma apontada, houve discussão com os assaltantes, que atiraram e mataram pai e filho. Eles fugiram e estão sendo procurados. Segundo informações do advogado, esta foi a primeira vez que a casa de Glauco foi invadida. O carro que estava com os assaltantes era roubado. Um boletim de ocorrência foi registrado do 1º DP de Osasco, e a polícia agora investiga. Ninguém foi preso até o momento. Familiares e amigos velarão por Glauco em sua igreja, a Céu de Maria, da doutrina do Santo Daime.
Nascido em Jandaia do Sul, interior do Paraná, Glauco começou a publicar suas tirinhas no "Diário da Manhã", de Ribeirão Preto, no começo dos anos 70. Nos anos de 1977 e 78, Glauco foi premiado durante o 4º e o 5º Salão Internacional de Humor de Piracicaba, respectivamente. Em 1977, ele começou a publicar seus trabalhos na Folha de maneira esporádica. A partir de 1985, Glauco passou a publicar suas tiras regularmente no jornal. Entre seus personagens estão Geraldão, Cacique Jaraguá, Nojinsk, Dona Marta, Zé do Apocalipse, Doy Jorge, Ficadinha, Netão e Edmar Bregman, entre outros. Em 2006, ele lançou o livro "Política Zero", reunião de 64 charges políticas sobre o Governo Lula publicadas na página 2 da Folha. Glauco também era líder da igreja Céu de Maria, ligada ao Santo Daime e que usa a bebida feita de cipó para fins religiosos.
Fonte: Folha de São Paulo.
Chumbrega: Adj. -1. (Brasil)/(Popular) coisa ruim, ordinária, reles.
sexta-feira, 12 de março de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
norteamento.
Nunca esperei nada demais. O meu prazer é ficar sem nada. Faz tempo. A minha vivência não tem sido, ou melhor, nunca foi lá aquelas coisas. Não sou ativo, não sou extrovertido e se pareço, desculpa, mas é só aparência mesmo. Pode me chamar de apático. Responderei com apatia. O problema é que os outros nem sempre entendem isso. Não é de propósito. Sei lá, pra você posso parecer ingrato. Não nego amor ou afeto, apenas duvido. Não sou rebelde sem causa. Não sou nem sequer rebelde. Já falei que sou um sujeito acomodado. Mas isso incomoda as pessoas, de alguma maneira. Ainda! Caralho, ou 8 ou 80, né! Mas foda-se...parei de me importar faz tempo. Segue teu rumo.
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